um livro bem interessante

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

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As emoções dos últimos dias foram bem intranqüilas, deixando-me bem  
ansioso inclusive com perda da qualidade de meu sono e não percebendo  
que perdia certa alegria e vivacidade.
Bem, percebi que estas emoções não eram corretas mas não lembrava  
como poderia sair dessa e sendo assim ela continuava tomando conta de  
meus pensamentos e com isso minha angustia aumentava.
Hoje resolvi retornar ao passado e reler um livro que pra minha pessoa  
é maravilhoso chamado " 12 semanas para mudar uma vida" ( recomendo a  
todos), livro este  que ensina técnicas psicológicas para aprendermos a  
nos perdoar e a não nos martirizarmos. Aprendemos a administrar nossas  
emoções e gerenciar nossos pensamentos. Além destas técnicas, o livro  
faz passagens práticas exemplificando sobre os assuntos, e utilizando  
uma das pessoas mais importantes da minha vida, Jesus Cristo, meu  
maior mestre.
Por mais incrível que possa parecer, este livro consegue me colocar nos  
trilhos novamente trazendo a tona sentimentos de carinho, como uma mãe  
que fica ao lado do filho em momentos difíceis e que vc sabe que  
sempre poderá contar.
Os exemplos citados por ele, demonstrando como nosso Cristo quebrou  
paradigmas da emoção, me emociona, renova minha Fé e traz de volta a  
compreensão dos bons sentimentos e das coisas maravilhosas que estão  
acontecendo ao meu lado, diminuindo sensivelmente meu grau de ansiedade.
Agradeço a meu amado Jesus por depois de milhares de décadas  
continuar trazendo lições de amor e carinho em que eu realmente possa  
me espelhar,
A Augusto Cury, autor do livro em questão, por tornar a linguagem para  
compreensão da psique humana tão simples e com exemplo tão lindo  
quanto a vida de nosso senhor Jesus Cristo.
E como não poderia deixar de ser agradecer a minha amada mulher  
Priscila, que nunca me abandonou e sempre será a razão para minha  
alegria e meu amor, como meu amado filho Andre que com seu jeitinho  
inocente de criança, traz consigo a paz e serenidade necessários para  
viver este amor pela vida e as pessoas, juntamente com o carinho  
energético que me torna o pai mais feliz do mundo inteiro, e certo de  
que juntos faremos um mundo melhor.



abraços e boa leitura

alemanha em guerra: o outro lado - barão vermelho - o herói alemão

domingo, 9 de janeiro de 2011

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Neste fim de semana como estava um pouco de folga resolvi assistir um filme para dar uma relaxada e o escolhido foi este acima pois gosto muito das historias sobre a primeira e segunda guerras. É uma espécie de hobby. Tenho lido bastante sobre o assunto principalmente com o objetivo de entender como uma nação tão maravilhosa e tão grande quanto a Alemanha, tão desenvolvidas, conseguiu sucumbir a idéias tão absurdas, tão devastadoras,  que trouxe tanta dor para nosso mundo. Muito das causas são ligadas a resquícios da primeira grande guerra, mas que não são o tópico deste post.
Quero voltar a falar do filme que além de ser maravilhoso em termos de combates aéreos e fotografia, me surpreende como na primeira grande guerra estes pilotos que vinham de familias nobres, com patriotismo a flor da pele, tinham um respeito enorme pelo inimigo, seja ele quem fosse, tendo conduta de dignos cavaleiros alados.

O filme é sobre Manfred Von Richthofen, o barão vermelho,Ás da aviação alemã da primeira guerra que abateu 80 aviões inimigos durante a primeira grande guerra, até sucumbir diante do capitão canadense Roy Brown.
Ao longo de suas 80º vitórias mostrou que os códigos da cavalaria estavam acima de sua vida. Ele não admitia, por exemplo, depois do inimigo ter sido atingido, persegui-lo até matá-lo. Despojando-o do avião em chamas, neutralizado o inimigo, jamais atirava no piloto que saltasse de pára-quedas ou que, depois em terra, estivesse tentado escapar-lhe.
Este fato me impressionou, que mesmo em guerra, alguém tivesse um minimo de consideração por um ser humano, um colega de asa. Bem diferente das atitudes tomadas contra seres humanos durante a segunda guerra.
Mostrou a minha pessoa o outro lado da Alemanha, um lado rico de herois que protegeram sua patria mãe com honra e dignidade ao ser humano.
Ele foi tão admirado por seus inimigos que em abril de 1918 Richthofen é morto em combate tendo os inimigos mostrando respeito a figura do Barão ao enterrar o inimigo caído com honras militares. Escoltado por soldados australianos e conduzido por seis capitães da RAF(Real Air Force).
Soldados australianos dão uma salva de 21 tiros em homenagem ao Barão Vermelho.

Fiquei impressionado com as atitudes deste piloto, que mostra que mesmo com a concorrência, devemos ter respeito pelo trabalho do outro, nunca esquecendo que do outro lado existe um ser humano, tentando dar o seu melhor e que nunca deve ser menosprezado.

sem mais e desejando um bom filme a todos

adendo postagem anterior

domingo, 2 de janeiro de 2011

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no ano que passou falei que não veria ou não falaria mais sobre formula 1, mas  sou obrigado a fazer um novo comentário.
a red bull foi campeã sem jogo de equipe, com seus dois pilotos se matando, e um de seus pilotos  Vettel como campeão da temporada.
só provou que eu estava certo e jogo de equipe tira o brilho do campeonato, assola moral dos pilotos e não da titulo a ninguém

novo abraço
e feliz ano novo

ano novo, nova gestão

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hoje estamos voltando ao blog.
alguns assuntos tiveram que ser resolvidos mas agora posso dedicar um tempo a este hobby.
escrever não é uma coisa fácil, demanda tempo e força de vontade. e neste ano novo  serei abençoado de inúmeras formas e com isso terei muito prazer em escrever.
então vamos a nosso tema para discussão:

li na UOL ontem......


RONALDINHO PODERÁ JOGAR NO FLAMENGO!!!!

Como flamenguista que sou e como gosto  dos dribles de ronaldinho acho que seria muito legal te-lo no elenco, mas a pergunta que não quer calar é:

a que custo?
a que endividamento? será que o faturamento justificará e não será apenas mais moedas ao crescente aumento da saida de divisas de nosso clube ?
será que não é possivel o clube ter uma gestão profissional....onde primeiro voce deve saldar dividas ou torna-las pagaveis, deixar sobrar um dinheiro em caixa para poder investir e ai todos terem orgulho de estarem neste clube.
talvez tomar como exemplo a liga espanhola que ha alguns dias segundo a folha de sao paulo on line e a eBand noticiaram:
"Liga espanhola proíbe clubes com dívidas com jogadores de contratar na próxima janela de transferências


 Liga espanhola resolveu punir Hércules, Bétis e Rayo Vallecano com a proibição de que façam qualquer tipo de contratação no mês de janeiro, período em que a janela de transferências fica aberta. Os três foram denunciados pelos seus jogadores por dívidas salariais. A punição será revogada caso as equipes consigam cumprir as suas obrigações.

No Hércules, único dos clubes que está na primeira divisão, o meia Royston Drenthe não se reapresentou depois do Natal e, segundo jornais espanhóis, ele teria declarado que não retorna até que as dívidas sejam quitadas. Um retorno para o Real Madrid, clube que o emprestou, não é descartado.

O Bétis é o que se encontra em pior situação, com dívidas na casa dos 9 milhões de euros e com a diretoria manifestando a impossibilidade de pagar a quantia. O Rayo Vallecano, outro integrante da segunda divisão, espera parte dos direitos televisivos, mas a Liga tem uma cláusula que impede o pagamento para times com as contas no vermelho
."

isto prova que gestão e possivel e traz beneficios a todos que curtem o esporte com seriedade e aos clubes que recebem os dividendos, e como exemplo temos o real madrid e o barcelona que segundo a revista forbes configuram entre os 5 times mais lucrativos e mais valiosos do mundo.
a pergunta que fica aqui é:

quando os clubes brasileiros vão aprender a pagar hoje para lucrar amanhã e tornar o nosso esporte nacional em coisa seria e de respeito.?

é isso por hoje,

um feliz ano novo a todos 

andar de moto. uma paixão

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

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ola fãs, inicio de mês e um novo post.
falar do que ?? asunto da hora: uma das minhas paixões

MINHA MOTO

porque andar?seus riscos compensam? e as interpéries da natureza? como entender essa paixão??
vou transcrever um mail que reflete talvez minhas razões para esta pratica e agradeço assim o sr."Gugu".
segue então abaixo:

O porque das minhas viagens de motocicletaAutor: “Gugu” - 67 anos, motociclista há 51 anos. Administrador de Empresas e empresário da construção civil .

Muitas vezes sou questionado por amigos não motociclistas o porquê de viajar de moto, e não de carro. Não é fácil explicar o porquê de se empreender viagens de motocicleta. Como explicar que as razões se encontram encravadas no meu íntimo? Como explicar o prazer, o desafio o sabor de conquista, as sensações que sentimos? Por mais que eu me esforce e tente explicar, não encontro as palavras e os motivos de me aventurar pelo mundo nesse maravilhoso veículo de duas rodas.Os mesmos tipos de desafios passei quando velejava na classe Laser, um pequeno veleiro para um único velejador. Quanto frio... as mãos calejadas, esforço físico demasiado, o corpo queimado do sol, sede, uma batalha em cada competição que participava. Esforço solitário no cockpit, ventos fortes, ventos fracos e o veleiro sempre avançando no meio do nada.Viajar de moto não é barato, seguro nem confortável. Porque então?Não estamos protegidos das intempéries, das pedras, dos pássaros, não temos som, não temos ar condicionado, nossa bagagem vai em bolsas, amassa tudo, molha, é difícil de encontrar os objetos, de carregar e amarrar diariamente a bagagem. Porque então viajar de moto? E a mulher, a namorada, a chamada “garupa”? Já pensou se ela não preferiria estar ao seu lado, tirando pequenos cochilos, ao invés de estar agarrada, balançando, na expectativa de uma parada para ir ao wc? O motociclista estradeiro que encontrou a mulher-garupa deve agradecer aos céus.Com a experiência de 50 anos de motociclismo digo aos amigos: - É mais fácil comprar uma bela moto estradeira de 1.000 cc do que encontrar a “garupa ideal”...De uns anos para cá, com mais idade e experiência deixei a batalha na busca dos horizontes no mar e me dediquei totalmente ao motociclismo, muito menos cansativo, mas com maior risco fisicamente. Em nossa vida, vamos vencendo os desafios e colecionando sucessos. No motociclismo me sinto assim a cada partida para uma nova aventura. Quando chego a minha casa e entro com a motocicleta na garagem, sinto-me como os aventureiros que atravessam oceanos ou escalam paredões rochosos – um vencedor, com apenas algumas desventuras, como sempre, facilmente contornáveis, me convenço de que moto é um sonho no qual você viaja.Depois de um longo trajeto, escapando de buracos, acidentes, besouros, cabras e tantas coisas mais, como frio, mão dormente, dor na bunda, caminhões irresponsáveis, vento, chuva e chegamos finalmente a um hotel ou pousada, NUNCA será como a casa ou a cama da gente. Todos os dias em todas minhas prazerosas viagens senti saudades de minha casa.Viajar de moto é paixão, é curiosidade incontrolável de ver ou rever estradas e paisagens, de sentir liberdade, a sensação de risco, se sentir no mesmo dia frio, calor, medo, saudade. Quem ainda não entende esse espírito aventureiro, questiona os amigos motociclistas sobre o motivo de suas longas e difíceis viagens ou travessias. Para mim que conheço os desafios, o charme, e as dificuldades, viajar de moto é uma questão de apenas viver a vida sobre esse veículo transmissor de emoções. Esses são os meus motivos.

e os meus também
um grande abraço a todos

Nunca mais compro uma Ferrari

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

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Como prometido inicio hoje o blog baseado em uma polemica nacional.
Escolhi este tópico quando passava na banca e fui impulsionado a comprar a ISTO É desta semana onde na capa aparecia o piloto brasileiro Massa e a seguinte frase “Tudo por Dinheiro”, onde se revela a manobra dos bastidores realizado pela Ferrari, na qual manda mensagens pelos fones do piloto pedindo que deixe seu companheiro de equipe passar e acabando totalmente com a competitividade do esporte individual, que prima pelo “que o melhor vença”.
O melhor não venceu. Se deixou “vender”,digo, vencer por ordem da equipe. Muitos serão os pensamentos, as opiniões. Afinal ,ele nada mais fez do que cumprir a ordem dada pelo seu chefe. Quem de vocês já não fez isso. Quem já não obedeceu a ordem de um chefe. Hipócritas seriamos nós se negássemos uma verdade absoluta,e jargão do meu tempo de militar, “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Ele obedeceu.
Mas aqui vou deixar minha opinião e também minha indignação. Aqui não estamos em uma fabrica, em um escritório, onde as vezes um chefe necessita de um documento ou uma peça para demonstração a um cliente, uma venda. Estamos diante de um esporte, mania nacional, igual ao futebol pois quase todos aqui são pilotos,são mais de trinta milhões de veículos no Brasil. Estamos diante de uma competição individual onde o melhor ganha. Não é um esporte coletivo onde vários jogam por um único time e só este ganhara os pontos. Os componentes deste time ganham pontos por suas atuações individuais, independente de quem chega na frente, os dois ganham e a equipe ganha duas vezes. Quando a Ferrari atua da forma como atuou, ela quebra com o principio da competitividade e passa a manipular resultados e retira o brilho do esporte. Mas o pior é que macula a paixão de quem assiste como também macula a imagem quem se submete a tal fato.
Eu já deixei de ver F1 desde o problema Schumacher-Barrichell, (diga-se de passagem o mesmo), pois na época já havia me chateado. Comecei a ver a motovelocidade, pois nesta não existe este tipo de situação. Atualmente Valentino Rossi e Jorge Lorenzo matam-se pra tentar chegar em primeiro e a Yamaha lucra com isso.
Me pergunto,caso o massa não tivesse seguido a ordem, ele perderia seu contrato com a Ferrari ?(quase que certo). Será que o poder da Ferrari é tamanho que nenhuma outra equipe de ponta gostaria de ter um piloto com garra e ético o suficiente para estar sempre brigando pela ponta? Será que Nigel Mansel, Piquet (pai),o mais saudoso de todos Senna e daquele que não sou muito fã, Prost,que vieram de uma geração onde ganhar era o importante e não se dobravam a ordens de bastidores, deixaram de ser campeões? Perderam tanto dinheiro assim?
O massa não perdeu dinheiro mas perdeu fãs e perdeu sua competitividade, sua moral diante dos súditos da fórmula 1 e do povo brasileiro, pois duvido que ele achou o máximo quando o mesmo ocorreu com Barrichello. Faltou moral e faltou coragem para manter seu caráter esportivo intacto e mostrou pro mundo que dinheiro é o mais importante. Desculpe mas eu não acho e por isso durmo tranqüilo com minha consciência. E te pergunto massa, você realmente quer ganhar o mundial ou só quer dinheiro? E a pergunta pro mundo, quanto é o suficiente? Ele não ganha o suficiente pra viver bem? Tem que se sujeitar a humilhação de ser chamado de segundo? Perder a credibilidade com o povo?
O que posso dizer. Como li no twitter do Marcelo Tas e concordo plenamente vou tomar uma atitude concreta: “a partir de hoje nunca mais compro uma Ferrari” e tenho dito (uahuahuahuah) .

o inicio

quarta-feira, 28 de julho de 2010

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bem hoje damos inicio a esta nova forma de contato com o mundo digital...
aqui colocaremos nossas ideias, aspirações, e principalmente opiniões sobre assuntos diversos, principalmente os que envolvem as fotos em nossa volta. De periodicidade mensal mas ira ser de acordo com minha empolgação.
um grande abraço a todos e espero que gostem.

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